terça-feira, 29 de maio de 2012

A Djali...

Hoje estou triste...

A minha cadela de 14 anos está doente.
A semana passada fui com ela ao veterinário pois ela estava já há duas semanas com uma tosse muito feia e não havia forma de passar. O vet. fez-lhe um electrocardiograma, raio-x e receitou-lhe comprimidos. Tem uma massa a crescer perto da traqueia.


Disse-me que podia ser do coração e que íamos fazer aquela medicação para ver se ela melhorava até Sábado. Não melhorou, pelo contrário, piorou e não queria comer.

Voltámos lá hoje, como combinado. O vet. deu-lhe outra medicação e disse-me que poderia ser uma massa de tumor e que estava a crescer, apertando a traqueia e por isso ela continua com aquela tosse que parece que está afogada.

Com a nova medicação ele diz que é suposto melhorar durante esta semana, caso isso não aconteça vamos ter que nos preparar para o pior...

Apesar de não ser uma cadela de andar em casa ela é super amorosa, quer sempre festas e mimos, nunca foi agressiva connosco e é meiga que só ela, é um daqueles cães que toda gente quer. Foi abandonada à porta de nossa casa ainda bebé, mas deve ter sido massacrada antes de vir ter connosco, porque tinha medo de tudo, urinava quando lhe fazíamos festas e tinha (e continua a ter) muito medo de água.

E pronto.. foi só um desabafo. Sei que ela está velhinha e que neste momento está a sofrer, ao olhar para os olhos dela fico com o coração apertado, não posso fazer nada para ajudá-la a não ser dar-lhe medicação e muito mimo. Mas faremos o que for mais acertado, apesar de ser muito difícil ter que dizer adeus aos nossos amigos.


1 comentário:

Anita Garcia disse...

Ela tinha o focinho muito parecido com o meu cão Faruk, de que falei no blog da Frutinha.
Era muito meu amigo... felizmente não tive de tomar essa decisão... ele partiu "sozinho"... dói ainda hoje, apesar de já terem passado quase 8 anos. Entretanto tenho uma patuda, que faz amanhã 7 anos e tive uma que retirei da rua, mas que tinha leishmaniose e só consegui safá-la durante 2 anos e meio. É uma doença horrível. Partiu "sozinha" tb, mas nas minhas mãos... Mas é inevitável: apesar de sofrer por eles partirem, o amor que tenho por cães faz sempre com que tenha a sua companhia por perto. Há 20 anos que não sei o que é estar sem um patudo por perto. Mesmo entre o Faruk ter morrido e ter arranjado a Buma, tinha (e tenho) 2 gatos ☺ casa cheia e coração quente, sempre ;)

Seguidora a partir de hoje
Beijinho*